Sim, até mesmo os amigos caninos já vieram nos visitar. E, sinceramente, quando se mora em uma casa, fica mais fácil você receber um peludo em casa enquanto o dono (no caso, a dona) precisa sair. Isso porque não é preciso sair para passear com todos: cães e criança.
No apartamento já havia recebido amigos com seus cães, mas ficávamos todos juntos. Já foram dois Whippets, dois Lhasas e um Pug. Mas não é esse o ponto do post.
Semana passada, há exatamente uma semana, recebemos a Tequilla, uma linda Golden Retriver de uma amiga nossa. Letícia já havia caído de amores por ela na visita que ela havia nos feito sexta passada, e tinha pedido pra Carol deixá-la aqui. Como eu não me importo (na verdade, eu AMO), lá veio ela passar uma manhã com a gente.
Adoramos! Suzie, que não é de brincar muito, também gostou da companhia. Foram algumas horas de sessão de bolinha, o suficiente pra Tequilla dormir embaixo da mesa enquanto almoçávamos. Sim, eu consigo cansar um Golden, cansar um Whippet (bem mais fácil), mas não consigo cansar a Letícia.
Foi tranquilo cuidar dela, foi divertido. Letícia adorou a amiga loira. E já pergunta quando é que ela virá de novo. Até pediu que eu bordasse uma Tequilla em ponto cruz pra ela, no que foi atendida (não prontamente, porque isso demora um pouco).
Fiquem com as fotos de uma manhã gostosa.
terça-feira, 28 de junho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Ah, um quintal...
Muitos sabem do meu desejo de ter um quintal. Sempre gostei de quintal. Queria ter um para que as meninas tivessem um espaço a mais de lazer, para correr, brincar, tomar sol, relaxar, fazer piqueniques (estou devendo isso, tem feito muito frio. risos), ver a lua e o céu estrelado (e, mesmo no frio, fazemos isso), termos nosso cantinho pra fazer uma pequena horta (projeto em andamento). Enfim, ter mais espaço ao ar livre que não seja caminhar nas ruas e ir a parques que, aqui em Campinas, se resumem a idas à universidade, já que os parques daqui não permitem a entrada de cães, diferentemente do que estávamos acostumados em sampa.
Outra vantagem de se ter um quintal, e essa é para quem, como eu, não tem ajudante em casa: um excelente lugar pra se estender as roupas, e elas secarem incrivelmente bem em até 3 horas! Rá! Isso, confesso, eu não tinha no apartamento.
Nosso quintal tem bastante área cimentada, o que é ótimo para as articulações da Suzie (evita o desenvolvimento/aparecimento da tão temida displasia coxo-femural), gasta as unhas dela e tudo o mais. Para a Lê já é mais complicado, porque as quedas podem ser um pouco mais "machucantes" (ainda não houve quedas fenomenais, apenas pequenas). Mas tem também uma parte com grama (que precisamos aparar, ajeitar um canteiro pra horta e adubar) e um pé de acerola, que no momento não tem frutas, só ninho de passarinho.
Já presenciamos o nascimento de várias borboletas no quintal (e vimos várias taturanas, suas precursoras, por lá, me deixando com o maior cuidado com as brincadeiras das meninas para que elas não se queimassem). Andar de velocípede e jogar bola são coisas que a Lê mais gosta de fazer. Isso e me ajudar com a Suzie: os saltos através de arcos e a ensiná-la freestyle, que nada mais é dançar com o cão. Temos nos divertido.
Tem também um trabalhão acoplado. Isso tem me tomado bastante tempo, tanto que tenho ligado muito pouco o computador e entrado menos ainda na internet. Mas não é só porque o quintal está lá e precisa ser varrido e lavado (ocasionalmente). É porque também ele está lá pra ser desfrutado. De que adianta eu sempre ter sonhos de ter um quintal se deixo as meninas lá fora, brincando nele, e eu fico aqui, no computador? E de que adianta ter filhos para deixá-los "largados", se virando, se estou aqui, presente? Estes tempos não passam... Não, isso não é uma despedida: vou continuar dando minhas voltas virtuais, vendo meus seriados, escrevendo para amigos, batento papos virtuais com eles, mas não com tanta frequência. Também não se pode abandonar, menosprezar os amigos, eles fazem parte da nossa vida. Ah sim, outro motivo do meu sumiço são os dias de cochilo da Lê que tem diminuído consideravelmente... se ela cochilar dois dias na semana, me considero no lucro!
Pode-se dizer que temos três quintais, mas ficamos mais no do fundo que na frente ou na lateral. É mais privado e dá pra jogar bola, brincar de cabo-de-guerra, correr, pular, relaxar sem perigo de uma Whippet alucinada achar legal pular o muro/bater na cerca elétrica e nem da pequena Lê sofrer uma queda do velocípede na lateral (que é inclinada e termina em um degrau) ou no terraço (que tem escadaria e, apesar de ter uma grade que isola o terraço da mesma, ela sabe abrir e deixa aquilo aberto porque "é mais legal").
Terraço
Quintal dos fundos (agora está sem nenhum matinho, está limpinho)
Quintal lateral (praticamente está a mesma coisa, mas tem uns feijões plantados e não tem mais a hera na grama)
PS: Estas fotos foram feitas quando tínhamos acabado de fechar contrato no aluguel da casa mas não havíamos mudado ainda. Fico devendo fotos atuais das meninas e da gente também simplesmente porque não acho o carregador das pilhas... risos.
Outra vantagem de se ter um quintal, e essa é para quem, como eu, não tem ajudante em casa: um excelente lugar pra se estender as roupas, e elas secarem incrivelmente bem em até 3 horas! Rá! Isso, confesso, eu não tinha no apartamento.
Nosso quintal tem bastante área cimentada, o que é ótimo para as articulações da Suzie (evita o desenvolvimento/aparecimento da tão temida displasia coxo-femural), gasta as unhas dela e tudo o mais. Para a Lê já é mais complicado, porque as quedas podem ser um pouco mais "machucantes" (ainda não houve quedas fenomenais, apenas pequenas). Mas tem também uma parte com grama (que precisamos aparar, ajeitar um canteiro pra horta e adubar) e um pé de acerola, que no momento não tem frutas, só ninho de passarinho.
Já presenciamos o nascimento de várias borboletas no quintal (e vimos várias taturanas, suas precursoras, por lá, me deixando com o maior cuidado com as brincadeiras das meninas para que elas não se queimassem). Andar de velocípede e jogar bola são coisas que a Lê mais gosta de fazer. Isso e me ajudar com a Suzie: os saltos através de arcos e a ensiná-la freestyle, que nada mais é dançar com o cão. Temos nos divertido.
Tem também um trabalhão acoplado. Isso tem me tomado bastante tempo, tanto que tenho ligado muito pouco o computador e entrado menos ainda na internet. Mas não é só porque o quintal está lá e precisa ser varrido e lavado (ocasionalmente). É porque também ele está lá pra ser desfrutado. De que adianta eu sempre ter sonhos de ter um quintal se deixo as meninas lá fora, brincando nele, e eu fico aqui, no computador? E de que adianta ter filhos para deixá-los "largados", se virando, se estou aqui, presente? Estes tempos não passam... Não, isso não é uma despedida: vou continuar dando minhas voltas virtuais, vendo meus seriados, escrevendo para amigos, batento papos virtuais com eles, mas não com tanta frequência. Também não se pode abandonar, menosprezar os amigos, eles fazem parte da nossa vida. Ah sim, outro motivo do meu sumiço são os dias de cochilo da Lê que tem diminuído consideravelmente... se ela cochilar dois dias na semana, me considero no lucro!
Pode-se dizer que temos três quintais, mas ficamos mais no do fundo que na frente ou na lateral. É mais privado e dá pra jogar bola, brincar de cabo-de-guerra, correr, pular, relaxar sem perigo de uma Whippet alucinada achar legal pular o muro/bater na cerca elétrica e nem da pequena Lê sofrer uma queda do velocípede na lateral (que é inclinada e termina em um degrau) ou no terraço (que tem escadaria e, apesar de ter uma grade que isola o terraço da mesma, ela sabe abrir e deixa aquilo aberto porque "é mais legal").
PS: Estas fotos foram feitas quando tínhamos acabado de fechar contrato no aluguel da casa mas não havíamos mudado ainda. Fico devendo fotos atuais das meninas e da gente também simplesmente porque não acho o carregador das pilhas... risos.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Voltando e visita de amigos
Depois de mais de um mês sem escrever nada, estou de volta. As meninas devidamente instaladas, os pais nem tanto, mas estamos de volta e tentando fazer o certo, como todos os pais e mães de gente e de cachorro (gato, peixe, passarinho etc).
Há um tempo, cerca de duas semanas depois de nos mudarmos, uma amiga nossa veio nos visitar. Já fazia um ano, ou mais, que não a víamos pessoalmente, e adoramos a visita. A levamos para passear no único lugar que dá pra levar a Suzie, pra podermos curtir todos juntos.
Onde as meninas entram na história? Bom: a Letícia não deixou a Tati em paz... risos. E a Suzie... bem, a Suzie continuou sendo a Suzie.
Todos nós fazendo pose pra foto (depois de várias tentativas...)
E pra quem estava com saudades das frases, seguem algumas:
" Mamãe, quero voltar pra São Paulo. Aqui tem banheiro demais..."
" Eu sou a melhor amiga da Tati, da Suzie, da mamãe e do papai."
" Eu estou escrevendo uma carta pra Tati. Não sei o que estou escrevendo, mas é uma carta pra Tati."
PS: Ao ver a foto que ilustra o post, ela deu um gritinho: olha eu com a Tati!! risos.
Há um tempo, cerca de duas semanas depois de nos mudarmos, uma amiga nossa veio nos visitar. Já fazia um ano, ou mais, que não a víamos pessoalmente, e adoramos a visita. A levamos para passear no único lugar que dá pra levar a Suzie, pra podermos curtir todos juntos.
Onde as meninas entram na história? Bom: a Letícia não deixou a Tati em paz... risos. E a Suzie... bem, a Suzie continuou sendo a Suzie.
E pra quem estava com saudades das frases, seguem algumas:
" Mamãe, quero voltar pra São Paulo. Aqui tem banheiro demais..."
" Eu sou a melhor amiga da Tati, da Suzie, da mamãe e do papai."
" Eu estou escrevendo uma carta pra Tati. Não sei o que estou escrevendo, mas é uma carta pra Tati."
PS: Ao ver a foto que ilustra o post, ela deu um gritinho: olha eu com a Tati!! risos.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Volto logo...

Pessoal, quero dizer que precisarei dar um tempo no blog por tempo indeterminado. Iremos nos mudar (conseguimos uma casinha pra morar agora, depois de 5 meses de procura) e ficaremos sem telefone e sem internet até que seja tudo devidamente instalado.
Neste meio tempo, escreverei coisas para, assim que possível, publicar aqui no blog.
Coisa rápida, coisa de mudança mesmo. A partir de amanhã já estaremos incomunicáveis, virtualmente falando. Desejem-nos sorte. Até a volta que, espero, será breve.
Coelhinho da Páscoa que trazes pra mim?
A Páscoa começou cedo pra Letícia.
Na última quinta-feira, na evangelização infantil do centro, ela ganhou orelhas de coelhinho e alguns bis e bombons, que estão intactos ainda!! Não que ela não possa comer, ela pode, mas moderadamente. Quem é que vive só de chocolate, não é mesmo? E olha que ela gosta bastante de chocolate. Mas já entende que não é pra abusar.

Detalhe: nos passeios com a Suzie, ela faz questão de usar as orelhas. A Suzie? Bom... a Suzie acha que é pra brincar e fica sempre atrás da Lê cutucando, pra ver se é de verdade... risos.
Na última quinta-feira, na evangelização infantil do centro, ela ganhou orelhas de coelhinho e alguns bis e bombons, que estão intactos ainda!! Não que ela não possa comer, ela pode, mas moderadamente. Quem é que vive só de chocolate, não é mesmo? E olha que ela gosta bastante de chocolate. Mas já entende que não é pra abusar.
Detalhe: nos passeios com a Suzie, ela faz questão de usar as orelhas. A Suzie? Bom... a Suzie acha que é pra brincar e fica sempre atrás da Lê cutucando, pra ver se é de verdade... risos.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Pérolas, o retorno
Anotei algumas pérolas da Letícia e divido com vocês.
Cena 1
Tio Mick - Letícia, o papai tem cabelo?
Lê - Não.
Tio Mick - Você consegue imaginar o papai com cabelo?
Lê - É.
Tio Mick - E como era o cabelo do papai?
Lê - Pouco.
Cena 2
A Letícia brinca de falar AI quando alguém lhe dá beijo ou manda beijo. Um dia, meu pai veio me dar um beijo e eu, pra brincar, falei AI. A Lê olhou pro meu pai e disse:
- A mamãe é uma frescurenta, né?!
Cena 3
Na cozinha, com a vovó Eleni:
Lê - Vovó, quero surpresa.
Vó - Qual?
Lê - Uva passa. Depois, me dá a outra surpresa, o chocolate, que você foi muito boazinha e comprou pra mim.
Cena 4
Indo passear com as meninas pouco antes do almoço, digo pro Luis que vou só até a casa do Amigo e comento:
Eu - Nem sei o nome dele, mas falo que é Amigo.
Lê - Claro que você sabe, mamãe! O nome dele é Labrador!
PS: A raça dele é Labrador mesmo, tá.
Cena 1
Tio Mick - Letícia, o papai tem cabelo?
Lê - Não.
Tio Mick - Você consegue imaginar o papai com cabelo?
Lê - É.
Tio Mick - E como era o cabelo do papai?
Lê - Pouco.
Cena 2
A Letícia brinca de falar AI quando alguém lhe dá beijo ou manda beijo. Um dia, meu pai veio me dar um beijo e eu, pra brincar, falei AI. A Lê olhou pro meu pai e disse:
- A mamãe é uma frescurenta, né?!
Cena 3
Na cozinha, com a vovó Eleni:
Lê - Vovó, quero surpresa.
Vó - Qual?
Lê - Uva passa. Depois, me dá a outra surpresa, o chocolate, que você foi muito boazinha e comprou pra mim.
Cena 4
Indo passear com as meninas pouco antes do almoço, digo pro Luis que vou só até a casa do Amigo e comento:
Eu - Nem sei o nome dele, mas falo que é Amigo.
Lê - Claro que você sabe, mamãe! O nome dele é Labrador!
PS: A raça dele é Labrador mesmo, tá.
domingo, 10 de abril de 2011
Mudança
Ainda não estamos adaptados com a vida na nova cidade. Sentimos falta dos nossos passeios em família, já que aqui os parques não aceitam a presença de cães. Nossos passeios em família acabam sendo somento com a família humana, deixando de lado uma parte importante dela: a Suzie.
Isso não quer dizer que antes só fazíamos passeios que incluíam a Suzie. Mas tínhamos a opção de levá-la ou não. Aqui só há uma opção: deixar a Suzie.
Ultimamente tenho sentido falta disso: da nossa rotina de ir aos parques de fins de semana, todos juntos, fazendo pique-niques, ficando até tarde olhando o movimento das pessoas; andar por avenidas; a diversidade de coisas para se fazer. Aqui nossa diversão tem sido levar a Lê nos shoppings. Não é de todo ruim, mas não há um parque como os quais estávamos acostumados, com gramado pra correr e sentar embaixo das árvores para comer, conversar, ver as pessoas e outros cães.
Confesso que está sendo difícil, muito difícil. E minha cabeça está cheia de dúvidas; não sei mais se fizemos o certo ou se estamos insistindo em algo que não tem futuro. Não sei. A única coisa que sei é que sinto falta da nossa vidinha simples e de não ter somente shopping como diversão.
Foto: as meninas em uma de nossas muitas idas ao Museu...
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