Antes de mais nada, feliz 2012!
Ando meio (muito) sumida, estou com várias ideias de posts para cá, sejam úteis sejam apenas coisas mais divertidas (como as pérolas da Letícia ou coisas que fazemos). Então, vamos fazer um resuminho das meninas =)
Suzie vai muito bem, obrigada! Tirou uns dias de férias da gente (e eu quase morri do coração), enquanto levávamos a Lê pra rever seus avós paternos e tios. Temos levado ela no Museu (quando o tempo deixa, né), onde ela corre, brinca, fuça, cheira, deita e treina um pouco.
Letícia se divertiu bastante desta vez, aproveitou muito mais que da outra. E já está na escolinha. Essa é a semana da adaptação, mas tá super tranquila. Segunda começa de verdade. Eu? Estou tranquila quanto a isso =)
O relacionamento das duas está ótimo! A Lê quer fazer tudo com a irmã; quando não posso dar atenção pra Suzie, ela que vai lá brincar; me ajuda com os treinos (adora usar o clicker!), fica triste quando a Su não sai com a gente. Muito legal de se ver. E a Su fica super relaxada ao lado da Lê, lambe, recebe beijos e carinhos, tá sempre do lado dela (e recebe todas as outras crianças do mesmo jeitinho - acho que fiz um ótimo trabalho com ela, que não tem medo e não apenas TOLERA, mas gosta de crianças).
Agora, a novidade. Dia 31/12 descobrimos que seremos pais de novo. A Lê diz que será uma irmãzinha e sempre me pergunta se vai demorar pra nascer. A Su fica mais por perto de mim. E eu fico enjoada a maior parte do dia...
Mas é isso. Logo, logo os palpiteiros de plantão vão começar a dar dicas e mais dicas de várias coisas "úteis", como ciúmes, reações agressivas, doenças que a Su vai passar pro bebê e toda a lenga-lenga de novo, que me deixa super feliz! E já tenho várias respostas atravessadas prontinhas para dar =P
E, como não poderia deixar de ser, tenho algo excelente pra compartilhar com vocês. Um texto MUITO LEGAL sobre uma moça com três filhos caninos à espera da filha humana e como ela, assim como eu, tem adaptado os três à nova rotina ANTES da chegada do bebê. Vale muito a pena ler, viu?! E que mais mulheres mães de cachorro não desistam desse título ao se descobrirem mães de gente também. Leiam aqui!
Mães com Cães
Um blog dedicado às mulheres que, assim como eu, são mães que têm cães
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
domingo, 6 de novembro de 2011
Passeio no Museu, nosso parque do coração
Desde que temos a Suzie vamos no Museu passear. Quando veio a Lê, continuamos indo: no começo ela ia no sling, apreciando a paisagem e ficando sempre juntinho da gente.
Seguem agora algumas fotos do nosso passeio pelo Museu, o parque que a gente mais vai, faz piqueniques e leva os amigos/parentes para uma visitinha básica de algumas horinhas... risos.
Letícia e Luis brincando de jogar bola (em outro ângulo)
O Museu visto pelo parquinho infantil
Caminho e meus três amores (reparem em como os postes de iluminação são lindos!)
Detalhe do poste de luz
Uma vista do Parque da Independência
Luis e Letícia brincando de bola
Suzie descansando depois da corrida
As meninas e eu vistas por trás...
... e agora pela frente
Bandeira do Brasil (eu acho ela linda!)
O Monumento... babo nele! Lindo demais, adoro vê-lo sempre que vamos por lá (só não tiramos foto do rio Ipiranga por ele ser muuuito feio... e foi ali que declararam a indepedência)
O fogo que nunca se apaga... é legal sentar lá e ficar observando... à noite então, é muito lindo
O Museu do Ipiranga propriamente dito, e seus jardins (onde brincamos de "lobo mau")
Museu com uma linda flor pra enfeitar
Os três nos jardins do Museu (e uma mãe com o filho brincando de esconde-esconde ao fundo)
Flores do jardim... margaridas
Flores do jardim... agapanto
Suzie fazendo pose igual ao leão do parque
Letícia imitando a manina... risos
Agora, a vez da leoa, mas desta vez, sentadinha
E no começo era assim, no sling...
Seguem agora algumas fotos do nosso passeio pelo Museu, o parque que a gente mais vai, faz piqueniques e leva os amigos/parentes para uma visitinha básica de algumas horinhas... risos.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Lê de bailarina
Depois de muito tempo sem escrever aqui, deixo com vocês um vídeo da pequena super feliz com sua roupinha de bailarina, que ganhou da avó.
Ano que vem ela vai fazer balé na escolinha e não vê a hora de poder começar. Enquanto isso, ela vai dançando em casa mesmo, imitando os passos da Angelina Ballerina.
Divirtam-se! Depois escrevo mais sobre as duas, coloco fotos, vídeos, ok?!
Ano que vem ela vai fazer balé na escolinha e não vê a hora de poder começar. Enquanto isso, ela vai dançando em casa mesmo, imitando os passos da Angelina Ballerina.
Divirtam-se! Depois escrevo mais sobre as duas, coloco fotos, vídeos, ok?!
sábado, 13 de agosto de 2011
Chegou o bebê. E agora?
Está mais do que na hora de escrever por aqui temas mais úteis, digamos assim, mas intercalados com as histórias das meninas.
Vou escrever uma série de matérias aqui sobre crianças/bebês e cães.
É comum ouvirmos a famosa frase: "Estamos esperando um bebê e não sei o que fazer com meu cão. E agora?". O interessante é que o cão vive com ela há anos e, por que já mudou em relação a ele? Sei que muitas vezes a dúvida nem parte do casal: mas sim de parentes, amigos e inclusive de médicos e livros que começam a dar palpites e colocar medos e mais medos nestas pessoas. O que mais se escuta ou lê por aí, quando anunciamos a gravidez é: "livre-se do cão, ele transmite doenças para o bebê!", "ele vai atacar o bebê achando que é outro bicho", "vocês estão loucos! Imagine o trabalho em ter filho e cão ao mesmo tempo!".
Acredite: ouvimos estas frases inúmeras vezes. Inclusive deixamos de comprar livros sobre gravidez que falavam explicitamente: livre-se do seu animal, qualquer que seja ele. Livros assim são um desserviço!!
Quando decidimos ter um cão, devemos ser totalmente responsáveis por ele, sabendo que um dia teremos filhos, e cuidar dele até ele passar para a ponte do arco-íris. A vida está sempre mudando e não é ético nos livrarmos de nossos cães simplesmente porque vamos ter um bebê ou nos mudar. Não foram eles que escolheram morar conosco, e sim nós que escolhemos levá-los para compartilharmos a vida.
Minha família não são somente os humanos: os animais estão aí incluídos. Quando acontece algo que mude nossas vidas, nos adaptamos para que todos possamos viver bem: humanos e não-humanos.
Que tal então nos adaptarmos à chegada do bebê?
Primeiro de tudo, cuide da higiene. Escove o cão (ajuda a retirar os pelos mortos), banhe-o (não mais que uma vez na semana - o ideal é dar o menor número de banhos possível, dependendo do cão) e cuide de sua saúde.
Agora que o bebê chegou, deixe que ele cheire-o. Não há nada de errado em ele querer conhecer o mais novo membro da família. Se isolarmos o cão do bebê, aí sim os problemas podem começar, porque ele deixará de receber atenção a maior parte do tempo e associará isso com a chegada do bebê. A chegada do bebê e a sua presença devem ser algo extremamente bom para o cão! Quando você estiver com o bebê (trocando fralda, dando banho, amamentando), deixe o cão por perto, faça carinho, ofereça petiscos, interaja com ele também.
Haja normalmente, mude o menos possível a rotina. Seu cão tem costume de passear? Passeie com ele e com seu filho. Será um momento especial para ambos! Acredite: minhas meninas adoram passear juntas e é um momento especial em família. E as duas gostam de andar! No começo a Lê ia no sling, porque eu não gosto de andar de carrinho... risos.
Quanto à transmissão de doenças, é muito mais fácil seu filho pegar uma doença de alguém que foi à sua casa, dos amiguinhos da escola e nos passeios. Ou seja: é mais fácil ele pegar doenças de humanos do que do cão da família. Aliás, uma ótima notícia: o contato desde cedo com animais de estimação estimula o sistema imunológico do seu filho, tornando-o menos suscetível a alergias e problemas respiratórios.
Mas nunca se esqueça: supervisão SEMPRE!! Por mais dócil que seja o cão, ele é um cão. Não só ele pode machucar seu filho, como seu filho também pode machucar o cão.
Sempre premie o cão por se comportar bem perto do seu filho. Um bom treino para se fazer é o da caminha (clique aqui para saber como fazê-lo).
O convívio cão x criança tem tudo para dar certo quando fazemos o que é certo!
Letícia mais novinha brincando com a Suzie no sofá
Já maiorzinha, na grama, num dia bem quente, querendo brincar
Abraçada com sua irmã canina
Vou escrever uma série de matérias aqui sobre crianças/bebês e cães.
É comum ouvirmos a famosa frase: "Estamos esperando um bebê e não sei o que fazer com meu cão. E agora?". O interessante é que o cão vive com ela há anos e, por que já mudou em relação a ele? Sei que muitas vezes a dúvida nem parte do casal: mas sim de parentes, amigos e inclusive de médicos e livros que começam a dar palpites e colocar medos e mais medos nestas pessoas. O que mais se escuta ou lê por aí, quando anunciamos a gravidez é: "livre-se do cão, ele transmite doenças para o bebê!", "ele vai atacar o bebê achando que é outro bicho", "vocês estão loucos! Imagine o trabalho em ter filho e cão ao mesmo tempo!".
Acredite: ouvimos estas frases inúmeras vezes. Inclusive deixamos de comprar livros sobre gravidez que falavam explicitamente: livre-se do seu animal, qualquer que seja ele. Livros assim são um desserviço!!
Quando decidimos ter um cão, devemos ser totalmente responsáveis por ele, sabendo que um dia teremos filhos, e cuidar dele até ele passar para a ponte do arco-íris. A vida está sempre mudando e não é ético nos livrarmos de nossos cães simplesmente porque vamos ter um bebê ou nos mudar. Não foram eles que escolheram morar conosco, e sim nós que escolhemos levá-los para compartilharmos a vida.
Minha família não são somente os humanos: os animais estão aí incluídos. Quando acontece algo que mude nossas vidas, nos adaptamos para que todos possamos viver bem: humanos e não-humanos.
Que tal então nos adaptarmos à chegada do bebê?
Primeiro de tudo, cuide da higiene. Escove o cão (ajuda a retirar os pelos mortos), banhe-o (não mais que uma vez na semana - o ideal é dar o menor número de banhos possível, dependendo do cão) e cuide de sua saúde.
Agora que o bebê chegou, deixe que ele cheire-o. Não há nada de errado em ele querer conhecer o mais novo membro da família. Se isolarmos o cão do bebê, aí sim os problemas podem começar, porque ele deixará de receber atenção a maior parte do tempo e associará isso com a chegada do bebê. A chegada do bebê e a sua presença devem ser algo extremamente bom para o cão! Quando você estiver com o bebê (trocando fralda, dando banho, amamentando), deixe o cão por perto, faça carinho, ofereça petiscos, interaja com ele também.
Haja normalmente, mude o menos possível a rotina. Seu cão tem costume de passear? Passeie com ele e com seu filho. Será um momento especial para ambos! Acredite: minhas meninas adoram passear juntas e é um momento especial em família. E as duas gostam de andar! No começo a Lê ia no sling, porque eu não gosto de andar de carrinho... risos.
Quanto à transmissão de doenças, é muito mais fácil seu filho pegar uma doença de alguém que foi à sua casa, dos amiguinhos da escola e nos passeios. Ou seja: é mais fácil ele pegar doenças de humanos do que do cão da família. Aliás, uma ótima notícia: o contato desde cedo com animais de estimação estimula o sistema imunológico do seu filho, tornando-o menos suscetível a alergias e problemas respiratórios.
Mas nunca se esqueça: supervisão SEMPRE!! Por mais dócil que seja o cão, ele é um cão. Não só ele pode machucar seu filho, como seu filho também pode machucar o cão.
Sempre premie o cão por se comportar bem perto do seu filho. Um bom treino para se fazer é o da caminha (clique aqui para saber como fazê-lo).
O convívio cão x criança tem tudo para dar certo quando fazemos o que é certo!
domingo, 24 de julho de 2011
Brincadeiras e Atividades com Crianças e Cães
Esta semana escrevi um texto para o site Mãe de Cachorro, sobre brincadeiras e atividades para se fazer quando se tem filhos humanos e não-humanos na mesma casa e queremos que a diversão seja em família, e não apenas do lado humano ou não-humano.
Querem saber mais? Cliquem aqui e leiam o texto na íntegra.
Querem saber mais? Cliquem aqui e leiam o texto na íntegra.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Recebendo os amigos... caninos!
Sim, até mesmo os amigos caninos já vieram nos visitar. E, sinceramente, quando se mora em uma casa, fica mais fácil você receber um peludo em casa enquanto o dono (no caso, a dona) precisa sair. Isso porque não é preciso sair para passear com todos: cães e criança.
No apartamento já havia recebido amigos com seus cães, mas ficávamos todos juntos. Já foram dois Whippets, dois Lhasas e um Pug. Mas não é esse o ponto do post.
Semana passada, há exatamente uma semana, recebemos a Tequilla, uma linda Golden Retriver de uma amiga nossa. Letícia já havia caído de amores por ela na visita que ela havia nos feito sexta passada, e tinha pedido pra Carol deixá-la aqui. Como eu não me importo (na verdade, eu AMO), lá veio ela passar uma manhã com a gente.
Adoramos! Suzie, que não é de brincar muito, também gostou da companhia. Foram algumas horas de sessão de bolinha, o suficiente pra Tequilla dormir embaixo da mesa enquanto almoçávamos. Sim, eu consigo cansar um Golden, cansar um Whippet (bem mais fácil), mas não consigo cansar a Letícia.
Foi tranquilo cuidar dela, foi divertido. Letícia adorou a amiga loira. E já pergunta quando é que ela virá de novo. Até pediu que eu bordasse uma Tequilla em ponto cruz pra ela, no que foi atendida (não prontamente, porque isso demora um pouco).
Fiquem com as fotos de uma manhã gostosa.
No apartamento já havia recebido amigos com seus cães, mas ficávamos todos juntos. Já foram dois Whippets, dois Lhasas e um Pug. Mas não é esse o ponto do post.
Semana passada, há exatamente uma semana, recebemos a Tequilla, uma linda Golden Retriver de uma amiga nossa. Letícia já havia caído de amores por ela na visita que ela havia nos feito sexta passada, e tinha pedido pra Carol deixá-la aqui. Como eu não me importo (na verdade, eu AMO), lá veio ela passar uma manhã com a gente.
Adoramos! Suzie, que não é de brincar muito, também gostou da companhia. Foram algumas horas de sessão de bolinha, o suficiente pra Tequilla dormir embaixo da mesa enquanto almoçávamos. Sim, eu consigo cansar um Golden, cansar um Whippet (bem mais fácil), mas não consigo cansar a Letícia.
Foi tranquilo cuidar dela, foi divertido. Letícia adorou a amiga loira. E já pergunta quando é que ela virá de novo. Até pediu que eu bordasse uma Tequilla em ponto cruz pra ela, no que foi atendida (não prontamente, porque isso demora um pouco).
Fiquem com as fotos de uma manhã gostosa.
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quarta-feira, 15 de junho de 2011
Ah, um quintal...
Muitos sabem do meu desejo de ter um quintal. Sempre gostei de quintal. Queria ter um para que as meninas tivessem um espaço a mais de lazer, para correr, brincar, tomar sol, relaxar, fazer piqueniques (estou devendo isso, tem feito muito frio. risos), ver a lua e o céu estrelado (e, mesmo no frio, fazemos isso), termos nosso cantinho pra fazer uma pequena horta (projeto em andamento). Enfim, ter mais espaço ao ar livre que não seja caminhar nas ruas e ir a parques que, aqui em Campinas, se resumem a idas à universidade, já que os parques daqui não permitem a entrada de cães, diferentemente do que estávamos acostumados em sampa.
Outra vantagem de se ter um quintal, e essa é para quem, como eu, não tem ajudante em casa: um excelente lugar pra se estender as roupas, e elas secarem incrivelmente bem em até 3 horas! Rá! Isso, confesso, eu não tinha no apartamento.
Nosso quintal tem bastante área cimentada, o que é ótimo para as articulações da Suzie (evita o desenvolvimento/aparecimento da tão temida displasia coxo-femural), gasta as unhas dela e tudo o mais. Para a Lê já é mais complicado, porque as quedas podem ser um pouco mais "machucantes" (ainda não houve quedas fenomenais, apenas pequenas). Mas tem também uma parte com grama (que precisamos aparar, ajeitar um canteiro pra horta e adubar) e um pé de acerola, que no momento não tem frutas, só ninho de passarinho.
Já presenciamos o nascimento de várias borboletas no quintal (e vimos várias taturanas, suas precursoras, por lá, me deixando com o maior cuidado com as brincadeiras das meninas para que elas não se queimassem). Andar de velocípede e jogar bola são coisas que a Lê mais gosta de fazer. Isso e me ajudar com a Suzie: os saltos através de arcos e a ensiná-la freestyle, que nada mais é dançar com o cão. Temos nos divertido.
Tem também um trabalhão acoplado. Isso tem me tomado bastante tempo, tanto que tenho ligado muito pouco o computador e entrado menos ainda na internet. Mas não é só porque o quintal está lá e precisa ser varrido e lavado (ocasionalmente). É porque também ele está lá pra ser desfrutado. De que adianta eu sempre ter sonhos de ter um quintal se deixo as meninas lá fora, brincando nele, e eu fico aqui, no computador? E de que adianta ter filhos para deixá-los "largados", se virando, se estou aqui, presente? Estes tempos não passam... Não, isso não é uma despedida: vou continuar dando minhas voltas virtuais, vendo meus seriados, escrevendo para amigos, batento papos virtuais com eles, mas não com tanta frequência. Também não se pode abandonar, menosprezar os amigos, eles fazem parte da nossa vida. Ah sim, outro motivo do meu sumiço são os dias de cochilo da Lê que tem diminuído consideravelmente... se ela cochilar dois dias na semana, me considero no lucro!
Pode-se dizer que temos três quintais, mas ficamos mais no do fundo que na frente ou na lateral. É mais privado e dá pra jogar bola, brincar de cabo-de-guerra, correr, pular, relaxar sem perigo de uma Whippet alucinada achar legal pular o muro/bater na cerca elétrica e nem da pequena Lê sofrer uma queda do velocípede na lateral (que é inclinada e termina em um degrau) ou no terraço (que tem escadaria e, apesar de ter uma grade que isola o terraço da mesma, ela sabe abrir e deixa aquilo aberto porque "é mais legal").
Terraço
Quintal dos fundos (agora está sem nenhum matinho, está limpinho)
Quintal lateral (praticamente está a mesma coisa, mas tem uns feijões plantados e não tem mais a hera na grama)
PS: Estas fotos foram feitas quando tínhamos acabado de fechar contrato no aluguel da casa mas não havíamos mudado ainda. Fico devendo fotos atuais das meninas e da gente também simplesmente porque não acho o carregador das pilhas... risos.
Outra vantagem de se ter um quintal, e essa é para quem, como eu, não tem ajudante em casa: um excelente lugar pra se estender as roupas, e elas secarem incrivelmente bem em até 3 horas! Rá! Isso, confesso, eu não tinha no apartamento.
Nosso quintal tem bastante área cimentada, o que é ótimo para as articulações da Suzie (evita o desenvolvimento/aparecimento da tão temida displasia coxo-femural), gasta as unhas dela e tudo o mais. Para a Lê já é mais complicado, porque as quedas podem ser um pouco mais "machucantes" (ainda não houve quedas fenomenais, apenas pequenas). Mas tem também uma parte com grama (que precisamos aparar, ajeitar um canteiro pra horta e adubar) e um pé de acerola, que no momento não tem frutas, só ninho de passarinho.
Já presenciamos o nascimento de várias borboletas no quintal (e vimos várias taturanas, suas precursoras, por lá, me deixando com o maior cuidado com as brincadeiras das meninas para que elas não se queimassem). Andar de velocípede e jogar bola são coisas que a Lê mais gosta de fazer. Isso e me ajudar com a Suzie: os saltos através de arcos e a ensiná-la freestyle, que nada mais é dançar com o cão. Temos nos divertido.
Tem também um trabalhão acoplado. Isso tem me tomado bastante tempo, tanto que tenho ligado muito pouco o computador e entrado menos ainda na internet. Mas não é só porque o quintal está lá e precisa ser varrido e lavado (ocasionalmente). É porque também ele está lá pra ser desfrutado. De que adianta eu sempre ter sonhos de ter um quintal se deixo as meninas lá fora, brincando nele, e eu fico aqui, no computador? E de que adianta ter filhos para deixá-los "largados", se virando, se estou aqui, presente? Estes tempos não passam... Não, isso não é uma despedida: vou continuar dando minhas voltas virtuais, vendo meus seriados, escrevendo para amigos, batento papos virtuais com eles, mas não com tanta frequência. Também não se pode abandonar, menosprezar os amigos, eles fazem parte da nossa vida. Ah sim, outro motivo do meu sumiço são os dias de cochilo da Lê que tem diminuído consideravelmente... se ela cochilar dois dias na semana, me considero no lucro!
Pode-se dizer que temos três quintais, mas ficamos mais no do fundo que na frente ou na lateral. É mais privado e dá pra jogar bola, brincar de cabo-de-guerra, correr, pular, relaxar sem perigo de uma Whippet alucinada achar legal pular o muro/bater na cerca elétrica e nem da pequena Lê sofrer uma queda do velocípede na lateral (que é inclinada e termina em um degrau) ou no terraço (que tem escadaria e, apesar de ter uma grade que isola o terraço da mesma, ela sabe abrir e deixa aquilo aberto porque "é mais legal").
PS: Estas fotos foram feitas quando tínhamos acabado de fechar contrato no aluguel da casa mas não havíamos mudado ainda. Fico devendo fotos atuais das meninas e da gente também simplesmente porque não acho o carregador das pilhas... risos.
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