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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Ah, um quintal...

Muitos sabem do meu desejo de ter um quintal. Sempre gostei de quintal. Queria ter um para que as meninas tivessem um espaço a mais de lazer, para correr, brincar, tomar sol, relaxar, fazer piqueniques (estou devendo isso, tem feito muito frio. risos), ver a lua e o céu estrelado (e, mesmo no frio, fazemos isso), termos nosso cantinho pra fazer uma pequena horta (projeto em andamento). Enfim, ter mais espaço ao ar livre que não seja caminhar nas ruas e ir a parques que, aqui em Campinas, se resumem a idas à universidade, já que os parques daqui não permitem a entrada de cães, diferentemente do que estávamos acostumados em sampa.

Outra vantagem de se ter um quintal, e essa é para quem, como eu, não tem ajudante em casa: um excelente lugar pra se estender as roupas, e elas secarem incrivelmente bem em até 3 horas! Rá! Isso, confesso, eu não tinha no apartamento.

Nosso quintal tem bastante área cimentada, o que é ótimo para as articulações da Suzie (evita o desenvolvimento/aparecimento da tão temida displasia coxo-femural), gasta as unhas dela e tudo o mais. Para a Lê já é mais complicado, porque as quedas podem ser um pouco mais "machucantes" (ainda não houve quedas fenomenais, apenas pequenas). Mas tem também uma parte com grama (que precisamos aparar, ajeitar um canteiro pra horta e adubar) e um pé de acerola, que no momento não tem frutas, só ninho de passarinho.

Já presenciamos o nascimento de várias borboletas no quintal (e vimos várias taturanas, suas precursoras, por lá, me deixando com o maior cuidado com as brincadeiras das meninas para que elas não se queimassem). Andar de velocípede e jogar bola são coisas que a Lê mais gosta de fazer. Isso e me ajudar com a Suzie: os saltos através de arcos e a ensiná-la freestyle, que nada mais é dançar com o cão. Temos nos divertido.

Tem também um trabalhão acoplado. Isso tem me tomado bastante tempo, tanto que tenho ligado muito pouco o computador e entrado menos ainda na internet. Mas não é só porque o quintal está lá e precisa ser varrido e lavado (ocasionalmente). É porque também ele está lá pra ser desfrutado. De que adianta eu sempre ter sonhos de ter um quintal se deixo as meninas lá fora, brincando nele, e eu fico aqui, no computador? E de que adianta ter filhos para deixá-los "largados", se virando, se estou aqui, presente? Estes tempos não passam... Não, isso não é uma despedida: vou continuar dando minhas voltas virtuais, vendo meus seriados, escrevendo para amigos, batento papos virtuais com eles, mas não com tanta frequência. Também não se pode abandonar, menosprezar os amigos, eles fazem parte da nossa vida. Ah sim, outro motivo do meu sumiço são os dias de cochilo da Lê que tem diminuído consideravelmente... se ela cochilar dois dias na semana, me considero no lucro!

Pode-se dizer que temos três quintais, mas ficamos mais no do fundo que na frente ou na lateral. É mais privado e dá pra jogar bola, brincar de cabo-de-guerra, correr, pular, relaxar sem perigo de uma Whippet alucinada achar legal pular o muro/bater na cerca elétrica e nem da pequena Lê sofrer uma queda do velocípede na lateral (que é inclinada e termina em um degrau) ou no terraço (que tem escadaria e, apesar de ter uma grade que isola o terraço da mesma, ela sabe abrir e deixa aquilo aberto porque "é mais legal").

Terraço

Quintal dos fundos (agora está sem nenhum matinho, está limpinho)

Quintal lateral (praticamente está a mesma coisa, mas tem uns feijões plantados e não tem mais a hera na grama)

PS: Estas fotos foram feitas quando tínhamos acabado de fechar contrato no aluguel da casa mas não havíamos mudado ainda. Fico devendo fotos atuais das meninas e da gente também simplesmente porque não acho o carregador das pilhas... risos.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Voltando aos poucos

Oi amigos!

Depois de muito tempo sem escrever, cá estou novamente. O motivo do sumiço é não estarmos mais em Sampa City, nos mudamos. Mas, ainda não estamos em um lugar definitivo, digamos que estamos morando de favor. O que não é de todo ruim, quando as pessoas que nos receberam são meus pais.

Estamos muito bem, correndo pra achar um lugar nosso e, por isso, não tenho escrito aqui.

Hoje, posto umas fotos e um vídeo de um lugar bacana onde podemos levar as meninas pra se divertirem bastante, sem perigo. Uma grande área verde que nós quatro nos apaixonamos.

Divirtam-se e me aguardem, com mais novidades.

Um lugar pra correr livre: a felicidade pra Suzie (e maridão ao fundo)

Nós 3 curtindo um pouco

Brincando... ô delícia!!!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

O amor muda?

Muita gente me pergunta se eu sinto o mesmo amor que eu sentia antes pela Suzie. Outros sempre afirmaram que, a partir do momento que a Letícia nascesse, eu não veria mais a Suzie do mesmo jeito.

Ai ai, essas pessoas definitivamente não me conhecem, não conhecem aqueles que verdadeiramente AMAM seus animais, e não apenas os tem como "acessórios" a serem exibidos por aí.

Respondendo por mim: não, o amor não mudou nem um pouco. Sinto um amor imenso por ela, como sempre senti. Não me imagino um minuto sequer sem ela em minha vida. Aliás, acredito que se ela não existisse, minha vida não seria completa. As duas são importantes pra mim, pra gente, e o tratamento continua o mesmo.

O que muda, com certeza, é o tempo: mas isso acontece também com quem só tem filhos - o segundo filho nasce e o primeiro tem que aprender a dividir os pais, o tempo.

Com a chegada da Letícia, o tempo teve mesmo que ser dividido, mas nem por isso passamos tempo de má qualidade com elas. Pelo contrário: quando nos dedicamos a elas, seja juntas ou separadas, este tempo é delas, e não pensando no que poderíamos estar fazendo de melhor.

Desde o barrigão a Suzie já participava de tudo: nos via ajeitando o quarto, cheirava as roupinhas, os brinquedos, tudo. Quando a Letícia chegou, em nenhum momento tive receio de qual seria sua reação. Hoje, são as melhores amigas uma da outra.

E eu? Sigo com os mesmos sentimentos que sempre senti, sem mudar nada. Se mudou alguma coisa, foi pra melhor.

O amor não subtrai, só multiplica - quer frase mais verdadeira que essa?